COP30: Um evento grande para uma Belém pequena Em 2023, o Brasil foi confirmado como o país que sediará a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025,
Os impactos da crise ambiental não atingem todas as pessoas da mesma forma. Embora muitas vezes se diga que “o meio ambiente pertence a todos”, na prática, alguns grupos sofrem
Mesmo diante da diversidade ambiental do Brasil, produção acadêmica ainda reflete perfil homogêneo de pesquisadores O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do mundo, abriga seis biomas, uma
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Valéria RaimundoPossui Doutorado em Sociologia e Política, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009) e Mestrado em Comunicação Social (1998) onde é professora associada 3. Desenvolve pesquisas nas áreas de
Extensão Atua em rede empreendendo parcerias com instituições, pesquisadores, divulgadores de ciência e organizações sociais que atuam no desenvolvimento e fomento à pesquisa em divulgação do conhecimento, em diálogo com
O Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência é um projeto de extensão que, referenciado nas diretrizes atuais para o desenvolvimento de atividades acadêmicas extensionistas, prioriza a interconexão entre ações

Possui Doutorado em Sociologia e Política, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009) e Mestrado em Comunicação Social (1998) onde é professora associada. Desenvolve pesquisas nas áreas de Comunicação Organizacional sobre os temas: Processo de Trabalho e Relações de Poder; Novas Mídias e Interação Comunicacional no Contexto Organizacional; Discurso Organizacional; Comunicação Pública; Comunicação Pública da Ciência e Divulgação Científica. É líder do grupo de pesquisa CNPq NERCOPC - Núcleo de Estudos de Recepção e Mediações em Comunicação Pública da Ciência. É coordenadora do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).

Realizou pesquisa pós-doutoral pela FaE-UFMG, com apoio da FAPEMIG (2022). Possui Doutorado em Filosofia pela UFRJ (2011), com tese sobre o sentido do pensar em Martin Heidegger, e Mestrado na Universidade Gama Filho (2001), investigando a concepção de cura e ethos em Heidegger e a possibilidade de uma ética nesse pensador. É especialista em Filosofia Contemporânea pela UFSJ (1998) e graduado em Filosofia pela PUC-Minas (1995). Atualmente, é professor no IFMG e dedica sua pesquisa ao desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação no Brasil, com foco em Minas Gerais. É co-coordenador do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).

Natália Resende de Souza é mestre em Ecologia e Evolução pela UERJ (PPGEE) e especialista em Popularização e Divulgação científica pela COC/Fiocruz. Sua pesquisa foca em iniciativas de divulgação e popularização científica em mídias tradicionais e digitais, interatividade, e estudos de públicos, percepção e recepção. Atualmente, é aluna de doutorado em Biotecnologia Marinha no IEAPM/UFF (PPGBM), com tese em Divulgação e Popularização da Biotecnologia Marinha. Além disso possui parceria com o departamento de comunicação social da UFMG por meio de doutorado sanduiche no país, e colabora com a gestão da nova proposta do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).
O OBSCOPC – Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência foi criado em 2015, como um projeto de extensão, tendo como principal justificativa para sua criação, a defesa do acesso à cultura científica pelo público não especializado. Entendemos que trata-se de uma temática de apropriação social, o que torna cada vez mais necessária a ampliação do debate junto com a sociedade em seus múltiplos territórios.
Nosso objetivo principal é contribuir com a reflexão crítica sobre a comunicação e a divulgação do conhecimento acadêmico e de outros/novos saberes no país, bem como acompanhar as ações da sociedade civil, dos governos e de instituições na mobilização da opinião pública para as definições e implementações de políticas públicas e sociais de ciência, tecnologia e inovação. Fomentar debates nas diversas esferas públicas sobre cultura científica, direitos humanos, inclusão e cidadania, democratização do acesso à comunicação e informação, participação e polifonia nas discussões temáticas, proposições de políticas públicas e sociais de conhecimento, cultura e educação. Dialogar com as comunidades, grupos de mobilização social, coletivos e populações periféricas sobre cultura científica e estratégias comunicacionais empreendidas e originárias de territórios socialmente vulnerabilizados.

O Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscop) agradece o apoio de seus parceiros e colaboradores, que tornam possível a promoção da ciência e da comunicação pública.